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	<title>BWTC</title>
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	<description>Worldwide trading and Consulting</description>
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	<title>BWTC</title>
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		<title>A crescente importância dos relatórios ESG e as novas exigências empresariais</title>
		<link>https://bwtc.pt/a-crescente-importancia-dos-relatorios-esg-e-as-novas-exigencias-empresariais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 15:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os relatórios ESG deixaram de ser apenas uma tendência corporativa para se tornarem uma exigência estratégica e regulatória. Atualmente, empresas de diferentes dimensões enfrentam uma pressão crescente para demonstrar, de forma transparente, o seu desempenho ambiental, social e de governance (ESG).]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os relatórios ESG deixaram de ser apenas uma tendência corporativa para se tornarem uma exigência estratégica e regulatória. Atualmente, empresas de diferentes dimensões enfrentam uma pressão crescente para demonstrar, de forma transparente, o seu desempenho ambiental, social e de governance (ESG). Esta mudança está a transformar a forma como as organizações gerem riscos, comunicam com investidores e definem as suas estratégias de crescimento sustentável.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia tem desempenhado um papel central nesta transformação através da implementação da Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), que veio reforçar significativamente os requisitos de reporte empresarial. As organizações passam agora a ter de apresentar informações ESG de forma padronizada, auditável e alinhada com normas europeias específicas, conhecidas como ESRS (European Sustainability Reporting Standards).</p>



<h2 class="wp-block-heading">ESG: de requisito opcional a obrigação estratégica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante vários anos, os relatórios de sustentabilidade foram encarados como iniciativas voluntárias focadas sobretudo na reputação corporativa. Hoje, o cenário é completamente diferente. Investidores, parceiros comerciais, instituições financeiras e consumidores exigem níveis elevados de transparência relativamente ao impacto ambiental e social das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a CSRD, as empresas deixam de poder reportar sustentabilidade com critérios próprios e passam a seguir metodologias obrigatórias e comparáveis entre organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os relatórios ESG passam a integrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indicadores ambientais, como emissões de carbono, consumo energético e gestão de resíduos;</li>



<li>Indicadores sociais, incluindo diversidade, condições laborais e impacto na comunidade;</li>



<li>Indicadores de governance, relacionados com ética empresarial, compliance e estrutura de gestão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esta evolução representa uma mudança profunda na gestão empresarial, colocando a sustentabilidade no centro das decisões estratégicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As novas exigências regulatórias europeias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da CSRD aumentou significativamente o número de empresas abrangidas pelas obrigações de reporte ESG. As organizações passam a ter de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Integrar a informação ESG nos relatórios de gestão;</li>



<li>Aplicar o princípio da dupla materialidade;</li>



<li>Garantir auditoria externa à informação reportada;</li>



<li>Recolher dados detalhados sobre operações, cadeia de valor e impacto ambiental.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O conceito de dupla materialidade tornou-se particularmente relevante. As empresas precisam agora de avaliar não apenas como os fatores ESG impactam o negócio, mas também como a atividade da organização afeta a sociedade e o ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora algumas obrigações tenham sido recentemente ajustadas pela União Europeia para permitir uma adaptação gradual das empresas, o movimento regulatório continua claramente orientado para uma maior exigência e transparência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto nas PME e cadeias de fornecimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo empresas que ainda não estão diretamente abrangidas pela CSRD começam a sentir os efeitos destas exigências. Grandes grupos empresariais e multinacionais exigem cada vez mais dados ESG aos seus fornecedores e parceiros comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, muitas PME precisam de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Medir emissões e consumos energéticos;</li>



<li>Demonstrar práticas laborais responsáveis;</li>



<li>Garantir políticas de sustentabilidade documentadas;</li>



<li>Disponibilizar indicadores ESG aos seus clientes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esta pressão em cadeia está a acelerar a digitalização e a profissionalização do reporting de sustentabilidade em praticamente todos os setores de atividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios dos relatórios ESG para as empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do aumento das exigências regulatórias, os relatórios ESG representam também uma oportunidade competitiva importante. Empresas com uma estratégia ESG sólida conseguem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhorar a reputação corporativa;</li>



<li>Atrair investidores;</li>



<li>Facilitar o acesso a financiamento sustentável;</li>



<li>Reforçar a confiança dos clientes;</li>



<li>Antecipar riscos regulatórios e operacionais;</li>



<li>Aumentar a eficiência interna.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O reporting ESG deixa assim de ser apenas uma obrigação legal e passa a funcionar como uma ferramenta de gestão estratégica e diferenciação no mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia e digitalização no reporting ESG</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o aumento da complexidade dos requisitos, as organizações necessitam de ferramentas tecnológicas capazes de recolher, analisar e consolidar grandes volumes de dados ESG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As plataformas digitais especializadas tornam-se essenciais para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Centralizar informação ESG;</li>



<li>Automatizar indicadores e métricas;</li>



<li>Garantir conformidade com normas europeias;</li>



<li>Facilitar auditorias e validação de dados;</li>



<li>Produzir relatórios mais rigorosos e eficientes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a adoção de soluções tecnológicas adequadas pode reduzir significativamente o esforço operacional associado ao cumprimento das novas obrigações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prepare a sua empresa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A sustentabilidade corporativa continuará a ganhar relevância nos próximos anos. Empresas que iniciem desde já a preparação para os novos requisitos estarão mais bem posicionadas para responder às exigências regulatórias, conquistar investidores e reforçar a sua competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a nossa plataforma ESG BUSINESS e descubra como a sua empresa pode avaliar e melhorar o seu desempenho em critérios ESG: <a href="https://bwtc.pt/esg-business/">https://bwtc.pt/esg-business/</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>VSME: o novo standard europeu que redefine o reporte ESG nas PME</title>
		<link>https://bwtc.pt/vsme-o-novo-standard-europeu-que-redefine-o-reporte-esg-nas-pme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A adoção da norma VSME (Voluntary Sustainability Reporting Standard for SMEs) pela Comissão Europeia representa um marco na transição para uma economia mais sustentável e transparente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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				<div class="et_pb_text_inner"><article class="post-vsme">
<h4>A adoção da norma <strong>VSME (Voluntary Sustainability Reporting Standard for SMEs)</strong> pela Comissão Europeia representa um marco importante na transição para uma economia mais sustentável, transparente e preparada para as novas exigências do mercado. Desenvolvida pela <strong>EFRAG (European Financial Reporting Advisory Group)</strong>, esta norma introduz uma abordagem estruturada e pragmática ao reporte ESG, especialmente desenhada para pequenas e médias empresas.</h4>
<p>Num contexto em que a <strong>CSRD</strong> elevou significativamente o nível de exigência para grandes empresas, a VSME surge como uma solução estratégica para integrar as PME neste ecossistema, sem impor complexidade excessiva e sem replicar o peso regulatório aplicável às grandes organizações.</p>
<h2>Uma resposta à crescente pressão ESG sobre as PME</h2>
<p>Embora muitas PME não estejam diretamente abrangidas pelas obrigações de reporte da CSRD, estão cada vez mais sujeitas a exigências indiretas. Isso acontece porque grandes empresas, instituições financeiras, investidores e outros stakeholders passaram a solicitar informação ESG às organizações com quem se relacionam.</p>
<p>Neste contexto, a VSME surge como uma resposta prática a uma necessidade real do mercado: permitir que as PME disponibilizem informação de sustentabilidade de forma simples, comparável e útil para quem a analisa.</p>
<h2>Uma norma com base técnica sólida</h2>
<p>A VSME não é apenas um guia orientador. Trata-se de um standard técnico desenvolvido pela EFRAG, com uma lógica de proporcionalidade e alinhamento com o enquadramento europeu de sustentabilidade. A sua construção reflete a necessidade de criar um modelo ajustado à realidade das PME, mas ao mesmo tempo coerente com os <strong>European Sustainability Reporting Standards (ESRS)</strong>.</p>
<p>Esta ligação é relevante porque permite que a VSME funcione como uma ponte entre o reporte simplificado e as expectativas mais exigentes do mercado europeu. Na prática, ajuda as PME a preparar-se para responder a pedidos de informação de clientes, financiadores e parceiros sem terem de adotar estruturas demasiado complexas.</p>
<h2>Estrutura de dados: padronização, simplicidade e utilidade</h2>
<p>Um dos aspetos mais importantes da VSME é a sua <strong>estrutura de dados padronizada</strong>. Em vez de depender apenas de textos descritivos ou abordagens pouco comparáveis, a norma organiza o reporte com base em informação estruturada, quantitativa e qualitativa, distribuída pelos três pilares ESG:</p>
<ul>
<li><strong>Ambiental (E)</strong> – temas como energia, emissões, recursos e impacto ambiental;</li>
<li><strong>Social (S)</strong> – temas como trabalhadores, condições laborais e relações com a comunidade;</li>
<li><strong>Governança (G)</strong> – temas como ética, gestão, controlo e transparência.</li>
</ul>
<p>Esta arquitetura de dados é particularmente relevante porque facilita a comparabilidade entre empresas e permite maior interoperabilidade com sistemas digitais, plataformas de análise e processos de avaliação por parte de bancos, investidores e grandes empresas.</p>
<p>Ou seja, a VSME não foi pensada apenas para “contar uma história” sobre sustentabilidade. Foi desenhada para criar uma base de informação organizada, utilizável e alinhada com as necessidades do mercado.</p>
<h2>Os dois módulos da VSME</h2>
<p>Outro elemento central da norma é a sua <strong>estrutura modular</strong>. A VSME está organizada em dois módulos, o que permite uma adoção progressiva e proporcional ao grau de maturidade da empresa em matéria de sustentabilidade.</p>
<h4>1. Módulo Básico</h4>
<p>O <strong>Módulo Básico</strong> foi concebido como ponto de entrada para PME com menor maturidade ESG ou com recursos mais limitados. Inclui um conjunto reduzido de divulgações essenciais, orientadas para facilitar a recolha e apresentação de informação de forma simples e exequível.</p>
<p>Este módulo é especialmente adequado para empresas que estão a iniciar o seu percurso em sustentabilidade, que nunca realizaram reporte ESG formal ou que pretendem responder a exigências externas sem criar uma estrutura de reporte demasiado pesada.</p>
<h4>2. Módulo Abrangente</h4>
<p>O <strong>Módulo Abrangente</strong> destina-se a empresas com maior maturidade, mais exposição a exigências ESG ou inseridas em cadeias de valor que já operam com critérios de sustentabilidade mais desenvolvidos.</p>
<p>Este módulo inclui um nível de detalhe superior, com informação adicional e maior robustez na apresentação de dados, riscos, impactos e práticas de governance. Funciona, por isso, como uma evolução natural do Módulo Básico e permite aprofundar o reporte sem necessidade de mudar de framework.</p>
<p>A existência destes dois módulos é uma das grandes vantagens da VSME, porque permite às empresas começar de forma simples e evoluir gradualmente à medida que aumentam a sua capacidade de reporte e as exigências do seu contexto de negócio.</p>
<h2>A quem se dirige a VSME?</h2>
<p>A norma VSME dirige-se sobretudo a <strong>pequenas e médias empresas não cotadas</strong> que, embora não estejam diretamente obrigadas a reportar ao abrigo da CSRD, enfrentam pressões crescentes para disponibilizar informação ESG.</p>
<p>Em termos práticos, o standard foi pensado para:</p>
<ul>
<li>PME fora do âmbito direto da CSRD;</li>
<li>fornecedores de grandes empresas que necessitam de responder a pedidos de informação ESG;</li>
<li>empresas que procuram financiamento e precisam de demonstrar maior transparência;</li>
<li>organizações em fase de crescimento, internacionalização ou integração em cadeias de valor mais exigentes.</li>
</ul>
<p>Em síntese, a VSME destina-se a empresas que precisam de responder ao mercado, mesmo sem obrigação regulatória direta, e que querem reforçar a sua competitividade num ambiente económico cada vez mais orientado por critérios de sustentabilidade.</p>
<h2>Porque é que esta norma é relevante?</h2>
<p>A relevância da VSME está no facto de tornar o ESG mais acessível às PME. Ao combinar uma <strong>estrutura de dados clara</strong>, uma <strong>lógica modular</strong> e um <strong>foco específico na realidade empresarial das PME</strong>, a norma contribui para reduzir barreiras de entrada e transformar o reporte de sustentabilidade numa ferramenta de gestão e posicionamento estratégico.</p>
<p>Além disso, permite reduzir assimetrias de informação no mercado. Empresas que reportam de forma estruturada tornam-se mais compreensíveis e mais confiáveis para clientes, financiadores e parceiros. Isso pode traduzir-se em melhores oportunidades de negócio, maior facilidade de acesso a crédito e uma posição mais forte em cadeias de valor.</p>
<p>A VSME representa uma evolução importante no panorama europeu do reporte de sustentabilidade. Com base técnica desenvolvida pela EFRAG e apoiada por uma recomendação da Comissão Europeia, este standard cria uma solução ajustada às necessidades das PME e ao mesmo tempo compatível com a crescente exigência do mercado.</p>
<p>Ao introduzir uma estrutura de dados padronizada, dois módulos de aplicação e um enquadramento específico para pequenas e médias empresas, a VSME transforma o reporte ESG numa ferramenta prática, escalável e útil.</p>
<p>Para muitas PME, esta poderá ser a forma mais eficaz de iniciar ou consolidar o seu percurso em sustentabilidade, reforçando a transparência, a capacidade de resposta ao mercado e a preparação para o futuro.</p>
</article></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Pedir Demonstração</h2><div><p>Quero saber como a ESG Business pode ajudar o meu negócio!</p></div></div>
				
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			</item>
		<item>
		<title>FLOODSCAPE: projeto europeu aposta em escape rooms para preparar escolas para o risco de cheias</title>
		<link>https://bwtc.pt/floodscape-projeto-europeu-aposta-em-escape-rooms-para-preparar-escolas-para-o-risco-de-cheias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 11:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>A BWTC integra o projeto europeu FLOODSCAPE, uma iniciativa financiada pelo programa Erasmus+ que pretende reforçar a preparação de escolas e comunidades face aos riscos de cheias e aos desafios das alterações climáticas.</h4>
<p>Com uma abordagem inovadora, o projeto aposta na utilização de escape rooms educativos para simular cenários reais de cheias, promovendo uma aprendizagem prática, interativa e centrada na resolução de problemas.</p>
<h3>Educação climática com metodologias inovadoras</h3>
<p>O FLOODSCAPE tem como principal objetivo capacitar alunos e professores com conhecimentos e competências essenciais para lidar com eventos extremos. A integração da temática das cheias nos currículos escolares é feita através de metodologias ativas, que incentivam o pensamento crítico, o trabalho em equipa e a tomada de decisão em contexto de risco.</p>
<p>Entre as principais metas do projeto estão a <strong>promoção da educação para a prevenção de cheias, o desenvolvimento de competências em contexto escolar </strong>e o <strong>reforço da consciência ambiental junto das comunidades educativas.</strong></p>
<h3>Resultados esperados e impacto no ensino</h3>
<p>Ao longo dos 24 meses de execução, o projeto irá desenvolver um conjunto de recursos pedagógicos e ferramentas práticas para apoiar escolas e professores.</p>
<p>Entre os principais resultados previstos destacam-se:</p>
<ul>
<li>Plano pedagógico para integração do tema das cheias no currículo<br />Handbook “Climate Change and Floods”</li>
<li>Programa de formação para professores</li>
<li>Escape rooms educativos FLOODSCAPE</li>
<li>Eventos de partilha de experiências entre parceiros</li>
</ul>
<p>Esta abordagem pretende não só melhorar a preparação das escolas, mas também contribuir para comunidades mais resilientes e informadas.</p>
<h3>Uma parceria europeia com participação da BWTC</h3>
<p>O projeto reúne entidades de vários países europeus, promovendo a partilha de conhecimento e boas práticas em contexto internacional.</p>
<p>A parceria é composta por:</p>
<ul>
<li>CRESOL (Espanha) – coordenador<br />Colegio Concertado Obispo Pont (Espanha)</li>
<li>Unione dei Comuni della Bassa Romagna (Itália)</li>
<li>Istituto di Istruzione Superiore Polo Tecnico Professionale di Lugo (Itália)</li>
<li>BWTC – Worldwide Trading and Consulting (Portugal)</li>
</ul>
<p>A participação da BWTC reforça o compromisso da empresa com projetos europeus de inovação, educação e sustentabilidade.</p>
<h3>Projeto em desenvolvimento até 2027</h3>
<p>Com início em dezembro de 2025 e conclusão prevista para novembro de 2027, o FLOODSCAPE posiciona-se como uma resposta concreta à necessidade de preparar as novas gerações para os impactos das alterações climáticas.</p>
<p>Ao combinar educação, tecnologia e metodologias interativas, o projeto pretende criar soluções replicáveis que possam ser adotadas por escolas em toda a Europa.</p>
<p>Para acompanhar a evolução do projeto, poderá ser consultado o canal oficial no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/floodscape.erasmus/" target="_blank" rel="noopener">www.instagram.com/floodscape.erasmus</a></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reporte ESG, CSRD e métricas: desafios e exigências para as empresas</title>
		<link>https://bwtc.pt/reporte-esg-csrd-e-metricas-desafios-e-exigencias-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 10:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>O reporte ESG tem vindo a assumir um papel central no enquadramento regulatório e na relação das empresas com investidores, entidades financeiras e autoridades públicas. Com a entrada em vigor da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD – Corporate Sustainability Reporting Directive), a União Europeia estabeleceu um novo patamar de exigência, alargando significativamente o número de empresas obrigadas a reportar informação detalhada sobre sustentabilidade.</h4>
<p>A CSRD reforça e substitui a anterior Diretiva de Informação Não Financeira, introduzindo requisitos mais rigorosos em matéria de conteúdo, normalização, fiabilidade e comparabilidade da informação ESG. O objetivo é garantir que os dados divulgados pelas empresas sejam consistentes, verificáveis e relevantes para a tomada de decisão, reduzindo o risco de práticas pouco transparentes e assegurando maior credibilidade ao reporte.</p>
<p>Um dos princípios centrais da CSRD é o conceito de dupla materialidade. As empresas passam a ter de avaliar, por um lado, como as questões ambientais, sociais e de governança afetam o seu desempenho, posição financeira e perspetivas futuras e, por outro, qual o impacto das suas atividades no ambiente e na sociedade. Esta abordagem exige uma análise estruturada e transversal, envolvendo diferentes áreas da organização.</p>
<p>O reporte ao abrigo da CSRD assenta nos European Sustainability Reporting Standards (ESRS), que definem indicadores, métricas e requisitos de divulgação específicos para cada dimensão do ESG. Estes standards abrangem temas como alterações climáticas, uso de recursos, biodiversidade, trabalhadores, cadeias de valor, conduta empresarial e sistemas de governação. A complexidade e o volume de informação exigidos representam um desafio relevante, sobretudo para empresas que ainda não dispõem de processos internos consolidados.</p>
<p>A medição e a qualidade das métricas ESG tornam-se, assim, elementos críticos. Indicadores como emissões de gases com efeito de estufa, consumo energético, políticas de diversidade, práticas laborais, estrutura de governação e mecanismos de controlo interno devem ser recolhidos de forma consistente, documentada e auditável. A ausência de dados fiáveis compromete não só o cumprimento regulatório, mas também a credibilidade da empresa junto dos seus stakeholders.</p>
<p>Outro aspeto relevante introduzido pela CSRD é a integração do reporte ESG nos relatórios de gestão, reforçando a ligação entre sustentabilidade e desempenho económico-financeiro. A informação passa a estar sujeita a verificação externa, o que aumenta a necessidade de rigor, rastreabilidade e alinhamento entre estratégia, operações e reporte.</p>
<p>Neste contexto, a tecnologia assume um papel determinante. Ferramentas digitais permitem centralizar dados, automatizar recolhas, garantir coerência entre indicadores e facilitar o acompanhamento contínuo do desempenho ESG. Sem este suporte, o cumprimento dos requisitos da CSRD tende a tornar-se um processo oneroso, fragmentado e suscetível a erros.</p>
<blockquote>
<p>A BWTC responde a estes desafios através da plataforma ESG BUSINESS, uma solução tecnológica concebida para apoiar as empresas na recolha, análise e monitorização de métricas ESG. A plataforma permite estruturar indicadores alinhados com os standards europeus, acompanhar a evolução do desempenho e apoiar o processo de reporte de forma mais eficiente e transparente.</p>
</blockquote>
<p>Num contexto de crescente exigência regulatória e escrutínio do mercado, o reporte ESG deixa de ser um exercício meramente formal para se tornar um instrumento estratégico de gestão. Empresas que investem desde já em processos, métricas e tecnologia estarão melhor preparadas para cumprir a CSRD, reduzir riscos regulatórios e reforçar a sua posição junto de investidores, parceiros e clientes.</p>
<p>Fontes:<br />Comissão Europeia – Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD)<br />EFRAG – European Sustainability Reporting Standards (ESRS)</p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Pedir Demonstração</h2><div><p>Quero saber como a ESG Business pode ajudar o meu negócio!</p></div></div>
				
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			</item>
		<item>
		<title>O Mercosul: Contexto, Desafios E Oportunidades Para Empresas</title>
		<link>https://bwtc.pt/o-mercosul-contexto-desafios-e-oportunidades-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 09:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bwtc.pt/?p=878</guid>

					<description><![CDATA[O Mercosul atravessa um momento de grande relevância geoestratégica em 2026 com o impulso decisivo dado à assinatura do Acordo de Parceria Abrangente e Comércio com a União Europeia (UE), um processo que encerra mais de 25 anos de negociações e tem potencial para redefinir as relações comerciais entre os dois blocos. Em 9 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">O Mercosul atravessa um momento de grande relevância geoestratégica em 2026 com o impulso decisivo dado à assinatura do Acordo de Parceria Abrangente e Comércio com a União Europeia (UE), um processo que encerra mais de 25 anos de negociações e tem potencial para redefinir as relações comerciais entre os dois blocos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 9 de janeiro de 2026, o Conselho da União Europeia autorizou formalmente a assinatura de dois instrumentos jurídicos: o Acordo de Parceria UE-Mercosul e o Acordo Provisório sobre Comércio. Esses instrumentos têm como objetivo institucionalizar e modernizar as relações econômicas, políticas e de cooperação entre os 27 Estados-membros da UE e os países do <strong>Mercosul — Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai </strong>— estabelecendo um marco estratégico de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo está estruturado em três pilares centrais: diálogo político, cooperação e comércio. Além da liberalização comercial, incorpora compromissos em áreas como desenvolvimento sustentável, meio ambiente, direitos trabalhistas, mobilidade e transformação digital, refletindo uma abordagem mais abrangente das relações econômicas internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Acordo Provisório sobre Comércio foi concebido para permitir a aplicação antecipada das disposições comerciais, possibilitando que empresas e investidores comecem a se beneficiar da redução progressiva de tarifas, da ampliação do acesso a mercados e de regras mais claras para o comércio de bens e serviços, enquanto os processos de ratificação seguem em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando plenamente em vigor, o acordo deverá constituir uma das maiores zonas de comércio preferencial do mundo, abrangendo mais de 700 milhões de consumidores.</strong> Para as empresas, esse novo ambiente pode significar maior previsibilidade regulatória, integração de cadeias de valor entre Europa e América do Sul e novas oportunidades de investimento e internacionalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do potencial, permanecem desafios relevantes. Existem preocupações quanto a impactos assimétricos em determinados setores, especialmente na agroindústria e em segmentos industriais sensíveis, o que reforça a importância de períodos de transição, mecanismos de salvaguarda e estratégias empresariais bem estruturadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a leitura estratégica do acordo torna-se essencial. Mais do que um instrumento comercial, o avanço do acordo UE-Mercosul sinaliza uma reconfiguração das relações econômicas globais, em um cenário marcado por tensões geopolíticas, reorganização das cadeias produtivas e fortalecimento de blocos regionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas, investidores e empreendedores com ambições internacionais, esse novo enquadramento exige análise técnica, planejamento e capacidade de execução. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A BWTC, como consultoria especializada em intermediação de negócios internacionais, apoia organizações na identificação de oportunidades, mitigação de riscos e estruturação de estratégias de entrada e expansão em mercados europeus e sul-americanos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao consolidar um espaço econômico ampliado entre dois blocos estratégicos, o acordo UE-Mercosul representa um ponto de inflexão com impactos de médio e longo prazo. A capacidade das empresas de compreender e se posicionar diante desse novo ambiente regulatório será determinante para transformar o potencial do acordo em crescimento sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes: </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conselho da União Europeia – Comunicado sobre a autorização para assinatura do Acordo UE-Mercosul (9 de janeiro de 2026) </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conselho da União Europeia – EU-Mercosur Agreements Explained</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo Regulamento CBAM Entra em Vigor</title>
		<link>https://bwtc.pt/novo-regulamento-cbam-entra-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 09:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bwtc.pt/?p=867</guid>

					<description><![CDATA[O novo Regulamento (UE) 2025/2083 entrou em vigor, promovendo a simplificação e o reforço do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM) da União Europeia. O diploma, publicado a 17 de outubro de 2025, visa facilitar a aplicação da taxa de carbono sobre as importações de produtos essenciais como cimento, ferro, aço, alumínio, fertilizantes, hidrogénio e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">O novo Regulamento (UE) 2025/2083 entrou em vigor, promovendo a simplificação e o reforço do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM) da União Europeia. O diploma, publicado a 17 de outubro de 2025, visa facilitar a aplicação da taxa de carbono sobre as importações de produtos essenciais como cimento, ferro, aço, alumínio, fertilizantes, hidrogénio e eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alteração regulamentar, anunciada pelo IAPMEI, introduz uma novidade crucial para as pequenas empresas: <strong>a isenção das obrigações CBAM para as importações que se mantenham abaixo das 50 toneladas anuais por empresa</strong>, aplicável a todos os setores abrangidos, com exceção da eletricidade e do hidrogénio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta medida surge no contexto da Transição ESG (Ambiental, Social e Governança) e procura aperfeiçoar o mecanismo de controlo europeu de emissões, que tem como missão fundamental evitar a &#8220;fuga de carbono&#8221;. O CBAM, que entrou em vigor em 2023, assegura que o preço do carbono aplicado a produtos importados seja equivalente ao dos produtos fabricados na UE, desincentivando assim a transferência de atividades industriais de alta intensidade carbónica para países terceiros com padrões ambientais menos rigorosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo regulamento introduz, ainda, várias simplificações operacionais, incluindo a autorização de declarantes, o reporte de dados, o cálculo de emissões, as regras de verificação e o cálculo das responsabilidades financeiras das empresas. O diploma prevê também um reforço nas regras antifraude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com estas alterações, a União Europeia prepara-se para a <strong>aplicação definitiva do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço a partir de 1 de janeiro de 2026.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>BWTC lança plataforma ESG BUSINESS para apoiar empresas na gestão da sustentabilidade</title>
		<link>https://bwtc.pt/bwtc-lanca-plataforma-esg-business-para-apoiar-empresas-na-gestao-da-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A BWTC anunciou o lançamento da plataforma ESG BUSINESS, uma solução digital desenvolvida para apoiar empresas na avaliação, monitorização e gestão do seu desempenho em critérios ambientais, sociais e de governação (ESG). A nova ferramenta surge num contexto em que as organizações enfrentam uma crescente pressão regulatória, exigências do mercado e maior escrutínio por parte [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">A BWTC anunciou o lançamento da plataforma <strong>ESG BUSINESS</strong>, uma solução digital desenvolvida para apoiar empresas na avaliação, monitorização e gestão do seu desempenho em critérios ambientais, sociais e de governação (ESG). A nova ferramenta surge num contexto em que as organizações enfrentam uma crescente pressão regulatória, exigências do mercado e maior escrutínio por parte de investidores e stakeholders relativamente às práticas de sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ESG BUSINESS foi concebida para ajudar as empresas a <strong>compreender e medir o impacto das suas atividades nos três pilares fundamentais do ESG </strong>— ambiental, social e governança — permitindo estruturar estratégias mais consistentes e orientadas para o desenvolvimento sustentável. Estes critérios são hoje amplamente utilizados para avaliar o desempenho sustentável das organizações e o seu potencial de crescimento a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>plataforma disponibiliza um conjunto de funcionalidades</strong> que permitem recolher, analisar e consolidar dados relevantes sobre sustentabilidade empresarial. Com base nesses indicadores, as empresas podem identificar o seu ponto de partida em matéria de ESG, acompanhar a evolução dos seus resultados e desenvolver planos de ação alinhados com objetivos estratégicos e requisitos regulatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Totalmente digital e adaptável a diferentes setores de atividade, a solução foi concebida para facilitar a tomada de decisão e melhorar a transparência na comunicação de desempenho ESG junto de investidores, parceiros e entidades reguladoras. Ao estruturar e sistematizar a informação sobre sustentabilidade, a plataforma contribui para reduzir a complexidade associada à implementação e reporte de práticas ESG nas organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o lançamento da ESG BUSINESS, a BWTC reforça a sua aposta no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que apoiam as empresas na integração de critérios de sustentabilidade na sua estratégia e operação. Num cenário empresarial cada vez mais exigente, a capacidade de medir e gerir o impacto ambiental, social e de governação tornou-se um fator decisivo para a competitividade e credibilidade das organizações no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto foi financiado pelo <strong>Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)</strong>, no âmbito da medida <strong>10/C16-i02/2022 – Vouchers para Startups – Novos produtos verdes e digitais</strong>, que apoia o desenvolvimento de soluções inovadoras com foco na transição digital e ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a plataforma <strong>ESG BUSINESS</strong> e descubra como a sua empresa pode avaliar e melhorar o seu desempenho em critérios ESG: <strong><a href="https://bwtc.pt/esg-business/">https://bwtc.pt/esg-business/</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>ESG como fator de competitividade e acesso a mercado</title>
		<link>https://bwtc.pt/esg-como-fator-de-competitividade-e-acesso-a-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 09:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>A integração dos critérios ESG — Environmental, Social and Governance — deixou de ser apenas uma questão de responsabilidade corporativa para se tornar um fator direto de competitividade empresarial. Num contexto económico marcado por maior escrutínio regulatório, exigência dos investidores e transformação dos modelos de negócio, o desempenho ESG influencia de forma crescente a capacidade das empresas acederem a mercados, financiamento e parcerias estratégicas.</h4>
<p>Cada vez mais, grandes grupos empresariais, instituições financeiras e entidades públicas exigem evidências concretas de práticas sustentáveis ao longo das cadeias de valor. Para muitas empresas, especialmente PME, o alinhamento com critérios ESG passou a ser uma condição para integrar cadeias de fornecimento internacionais, participar em concursos públicos ou estabelecer relações comerciais com organizações de maior dimensão.</p>
<p>No plano ambiental, a pressão para reduzir emissões, melhorar a eficiência energética e gerir recursos de forma responsável intensificou-se. A transição climática, impulsionada por políticas públicas e compromissos internacionais, está a redefinir setores inteiros e a criar novas exigências de reporte e monitorização. Empresas que antecipam estas mudanças tendem a reduzir riscos futuros e a posicionar-se de forma mais sólida perante clientes e reguladores.</p>
<p>A dimensão social do ESG assume igualmente um peso crescente na avaliação das organizações. Práticas relacionadas com condições de trabalho, segurança, diversidade, inclusão e impacto social passaram a ser indicadores relevantes de estabilidade e reputação. Num mercado cada vez mais competitivo por talento, empresas com políticas sociais estruturadas reforçam a sua atratividade e capacidade de retenção.</p>
<p>A governança, por sua vez, é determinante para a confiança dos stakeholders. Estruturas de gestão transparentes, processos de tomada de decisão claros e mecanismos eficazes de controlo e gestão de riscos contribuem para a credibilidade das empresas e para a sua sustentabilidade a longo prazo.</p>
<p>Apesar da crescente importância do ESG, muitas empresas enfrentam dificuldades na operacionalização destes critérios. A falta de dados estruturados, métricas comparáveis e ferramentas adequadas dificulta a avaliação do desempenho e a definição de estratégias consistentes. O desafio não está apenas em adotar boas práticas, mas em medi-las, acompanhá-las e comunicá-las de forma credível.</p>
<p>Neste contexto, a tecnologia desempenha um papel central. Soluções digitais permitem recolher, analisar e consolidar informação ESG, apoiando decisões de gestão e facilitando o reporte a investidores, parceiros e entidades reguladoras. A utilização de plataformas tecnológicas reduz a complexidade do processo e aumenta a fiabilidade da informação produzida.</p>
<blockquote>
<p>A BWTC responde a este desafio através da plataforma ESG BUSINESS, uma ferramenta tecnológica concebida para apoiar as empresas na avaliação e gestão do seu desempenho ESG. A plataforma permite mapear o ponto de partida de cada organização, acompanhar a evolução dos indicadores e estruturar planos de ação alinhados com objetivos de sustentabilidade e competitividade.</p>
</blockquote>
<p>Num ambiente económico em rápida transformação, o ESG afirma-se como um elemento estratégico para a criação de valor. Empresas que integram estes critérios de forma estruturada e suportada por tecnologia estarão melhor preparadas para responder às exigências do mercado, reforçar a sua posição competitiva e assegurar crescimento sustentável no médio e longo prazo.</p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Pedir Demonstração</h2><div><p>Quero saber como a ESG Business pode ajudar o meu negócio!</p></div></div>
				
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			</item>
		<item>
		<title>Portugal alcança número recorde de empresas exportadoras</title>
		<link>https://bwtc.pt/portugal-alcanca-numero-recorde-de-empresas-exportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 09:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal ultrapassou pela primeira vez a marca das 41 mil empresas exportadoras, um marco histórico que reflete o dinamismo e a crescente vocação internacional da economia portuguesa. Segundo o mais recente estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, divulgado pela Informa D&#38;B, o número de empresas que operam nos mercados internacionais tem aumentado de forma sustentada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Portugal ultrapassou pela primeira vez a marca das 41 mil empresas exportadoras, um marco histórico que reflete o dinamismo e a crescente vocação internacional da economia portuguesa. Segundo o mais recente estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, divulgado pela Informa D&amp;B, o número de empresas que operam nos mercados internacionais tem aumentado de forma sustentada há mais de uma década — com mais de 5 mil novas exportadoras surgidas entre 2020 e 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise destaca a <strong>região Norte como principal motor das exportações nacionais</strong>, responsável por cerca de 35% do valor total exportado e onde 42% das empresas já têm atividade exportadora. A Grande Lisboa, por sua vez, também apresenta crescimento significativo: 32% das empresas da região exportam, após um aumento de 1,8 pontos percentuais desde 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado relevante é o <strong>impacto da dimensão empresarial</strong> na capacidade de exportação. Entre as microempresas — que representam 94% do tecido empresarial — apenas 9% estão presentes no comércio internacional. Já entre as grandes empresas, que representam apenas 0,3% do total, 56% exportam, sendo responsáveis por <strong>58% do valor total das exportações nacionais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os setores com maior concentração de exportadoras continuam sendo as indústrias, os serviços empresariais e o comércio grossista, que juntos agregam 56% das empresas com atividade externa. Contudo, o setor de <strong>Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)</strong> segue em destaque, com o maior crescimento proporcional de exportadoras, agora representando 12% do total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de uma retração nas exportações de bens em 2023 — que ainda correspondem a 72% do total exportado — os serviços mantiveram trajetória de crescimento. De fato, a maioria das empresas exportadoras (56%) tem o seu negócio centrado na <strong>venda de serviços para o exterior</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução reflete-se no peso crescente das exportações na economia: em 2023, as vendas ao exterior corresponderam a cerca de <strong>50% do Produto Interno Bruto (PIB) português</strong>, praticamente o dobro do verificado duas décadas antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário traçado pelo estudo evidencia a transformação estrutural da economia portuguesa e o papel central das exportações no fortalecimento da competitividade nacional.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><br><strong>Quer levar sua empresa mais longe?</strong><br>Na BWTC, oferecemos serviços especializados para apoiar a internacionalização de negócios — desde a análise de mercados externos até à criação de estratégias comerciais eficazes e sustentáveis. Fale com a nossa equipa e descubra como podemos ajudar a sua empresa a exportar com confiança e segurança.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portugal sobe no Green Transition Index 2024: Tecnologias sustentáveis impulsionam o progresso</title>
		<link>https://bwtc.pt/portugal-sobe-no-green-transition-index-2024-tecnologias-sustentaveis-impulsionam-o-progresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bwtc.pt/?p=832</guid>

					<description><![CDATA[Portugal deu um passo importante rumo a uma economia mais verde. Segundo o Green Transition Index 2024, elaborado pela consultoria internacional Oliver Wyman, o país subiu três posições no ranking e ocupa agora o 15.º lugar entre os 29 países europeus avaliados. Publicado em fevereiro de 2025, o índice mede o progresso dos países europeus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Portugal deu um passo importante rumo a uma economia mais verde. Segundo o <em>Green Transition Index 2024</em>, elaborado pela consultoria internacional Oliver Wyman, o país subiu três posições no ranking e ocupa agora o 15.º lugar entre os 29 países europeus avaliados.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Publicado em fevereiro de 2025, o índice mede o progresso dos países europeus em sete áreas fundamentais para a transição ecológica: Economia, Natureza, Indústria, Energia, Transportes, Edifícios e Resíduos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destaque para os edifícios sustentáveis e a eficiência energética</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais destaques do relatório é o desempenho de Portugal na categoria de Edifícios, onde o país ocupa uma posição de liderança, resultado da adoção de energias renováveis para aquecimento doméstico e da melhoria da eficiência energética nas construções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na categoria de Economia, Portugal aparece em 13.º lugar, impulsionado por uma significativa redução nas emissões de gases de efeito estufa, ocupando o 6.º lugar nesse indicador específico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inovação tecnológica como motor da transição verde</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais tecnologias verdes apontadas como responsáveis por esse avanço, o relatório destaca:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Hidrogênio verde</strong>: Portugal vem investindo em projetos-piloto para a produção de hidrogênio a partir de fontes renováveis, com o objetivo de se tornar um exportador relevante para o mercado europeu.</li>



<li><strong>Energia solar e eólica avançada</strong>: O país tem aumentado sua capacidade instalada de energias renováveis, com destaque para os parques solares no Alentejo e projetos eólicos offshore em desenvolvimento.</li>



<li><strong>Bioenergia</strong>: Tecnologias baseadas em biomassa e biogás estão ganhando relevância e contribuindo para a descarbonização de processos industriais.</li>



<li><strong>Eficiência energética em edifícios</strong>: A reabilitação urbana com critérios sustentáveis tem gerado reduções significativas no consumo energético em imóveis públicos e privados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desses avanços, o relatório aponta como ponto crítico a ausência de iniciativas relacionadas à captura e armazenamento de carbono (CCS). Metade dos países avaliados já implementaram projetos nessa área, o que indica uma oportunidade de melhoria para Portugal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desafios persistem nas áreas de resíduos e transportes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do progresso em várias frentes, Portugal enfrenta desafios significativos nas categorias de Resíduos e Transportes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na gestão de resíduos, o país ocupa a 28.ª posição devido ao elevado volume enviado para aterros sanitários. No setor de transportes, aparece em 19.º lugar, reflexo da baixa penetração de veículos de baixas emissões e da limitada utilização do transporte público.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Oportunidades para empresas e instituições</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho de Portugal no <em>Green Transition Index 2024</em> revela um cenário promissor para o investimento em tecnologias sustentáveis. Empresas, centros de pesquisa e instituições públicas têm diante de si uma oportunidade concreta de liderar a adoção de soluções inovadoras, que não só aumentam a competitividade como também contribuem para acelerar a transição ecológica do país.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">Na BWTC, acreditamos que a tecnologia é um vetor estratégico para a transformação sustentável. Seguimos comprometidos em desenvolver soluções que apoiem a transição energética e digital de nossos parceiros, impulsionando a inovação em todos os setores da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório completo está disponível no site da Oliver Wyman: https://www.oliverwyman.com/our-expertise/insights/green-transition-index/green-transition-index-2024-ranking.html</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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