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	<title>BWTC</title>
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	<description>Worldwide trading and Consulting</description>
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	<title>BWTC</title>
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		<title>FLOODSCAPE: projeto europeu aposta em escape rooms para preparar escolas para o risco de cheias</title>
		<link>https://bwtc.pt/floodscape-projeto-europeu-aposta-em-escape-rooms-para-preparar-escolas-para-o-risco-de-cheias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 11:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>A BWTC integra o projeto europeu FLOODSCAPE, uma iniciativa financiada pelo programa Erasmus+ que pretende reforçar a preparação de escolas e comunidades face aos riscos de cheias e aos desafios das alterações climáticas.</h4>
<p>Com uma abordagem inovadora, o projeto aposta na utilização de escape rooms educativos para simular cenários reais de cheias, promovendo uma aprendizagem prática, interativa e centrada na resolução de problemas.</p>
<h3>Educação climática com metodologias inovadoras</h3>
<p>O FLOODSCAPE tem como principal objetivo capacitar alunos e professores com conhecimentos e competências essenciais para lidar com eventos extremos. A integração da temática das cheias nos currículos escolares é feita através de metodologias ativas, que incentivam o pensamento crítico, o trabalho em equipa e a tomada de decisão em contexto de risco.</p>
<p>Entre as principais metas do projeto estão a <strong>promoção da educação para a prevenção de cheias, o desenvolvimento de competências em contexto escolar </strong>e o <strong>reforço da consciência ambiental junto das comunidades educativas.</strong></p>
<h3>Resultados esperados e impacto no ensino</h3>
<p>Ao longo dos 24 meses de execução, o projeto irá desenvolver um conjunto de recursos pedagógicos e ferramentas práticas para apoiar escolas e professores.</p>
<p>Entre os principais resultados previstos destacam-se:</p>
<ul>
<li>Plano pedagógico para integração do tema das cheias no currículo<br />Handbook “Climate Change and Floods”</li>
<li>Programa de formação para professores</li>
<li>Escape rooms educativos FLOODSCAPE</li>
<li>Eventos de partilha de experiências entre parceiros</li>
</ul>
<p>Esta abordagem pretende não só melhorar a preparação das escolas, mas também contribuir para comunidades mais resilientes e informadas.</p>
<h3>Uma parceria europeia com participação da BWTC</h3>
<p>O projeto reúne entidades de vários países europeus, promovendo a partilha de conhecimento e boas práticas em contexto internacional.</p>
<p>A parceria é composta por:</p>
<ul>
<li>CRESOL (Espanha) – coordenador<br />Colegio Concertado Obispo Pont (Espanha)</li>
<li>Unione dei Comuni della Bassa Romagna (Itália)</li>
<li>Istituto di Istruzione Superiore Polo Tecnico Professionale di Lugo (Itália)</li>
<li>BWTC – Worldwide Trading and Consulting (Portugal)</li>
</ul>
<p>A participação da BWTC reforça o compromisso da empresa com projetos europeus de inovação, educação e sustentabilidade.</p>
<h3>Projeto em desenvolvimento até 2027</h3>
<p>Com início em dezembro de 2025 e conclusão prevista para novembro de 2027, o FLOODSCAPE posiciona-se como uma resposta concreta à necessidade de preparar as novas gerações para os impactos das alterações climáticas.</p>
<p>Ao combinar educação, tecnologia e metodologias interativas, o projeto pretende criar soluções replicáveis que possam ser adotadas por escolas em toda a Europa.</p>
<p>Para acompanhar a evolução do projeto, poderá ser consultado o canal oficial no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/floodscape.erasmus/" target="_blank" rel="noopener">www.instagram.com/floodscape.erasmus</a></p></div>
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		<item>
		<title>Reporte ESG, CSRD e métricas: desafios e exigências para as empresas</title>
		<link>https://bwtc.pt/reporte-esg-csrd-e-metricas-desafios-e-exigencias-para-as-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 10:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>O reporte ESG tem vindo a assumir um papel central no enquadramento regulatório e na relação das empresas com investidores, entidades financeiras e autoridades públicas. Com a entrada em vigor da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD – Corporate Sustainability Reporting Directive), a União Europeia estabeleceu um novo patamar de exigência, alargando significativamente o número de empresas obrigadas a reportar informação detalhada sobre sustentabilidade.</h4>
<p>A CSRD reforça e substitui a anterior Diretiva de Informação Não Financeira, introduzindo requisitos mais rigorosos em matéria de conteúdo, normalização, fiabilidade e comparabilidade da informação ESG. O objetivo é garantir que os dados divulgados pelas empresas sejam consistentes, verificáveis e relevantes para a tomada de decisão, reduzindo o risco de práticas pouco transparentes e assegurando maior credibilidade ao reporte.</p>
<p>Um dos princípios centrais da CSRD é o conceito de dupla materialidade. As empresas passam a ter de avaliar, por um lado, como as questões ambientais, sociais e de governança afetam o seu desempenho, posição financeira e perspetivas futuras e, por outro, qual o impacto das suas atividades no ambiente e na sociedade. Esta abordagem exige uma análise estruturada e transversal, envolvendo diferentes áreas da organização.</p>
<p>O reporte ao abrigo da CSRD assenta nos European Sustainability Reporting Standards (ESRS), que definem indicadores, métricas e requisitos de divulgação específicos para cada dimensão do ESG. Estes standards abrangem temas como alterações climáticas, uso de recursos, biodiversidade, trabalhadores, cadeias de valor, conduta empresarial e sistemas de governação. A complexidade e o volume de informação exigidos representam um desafio relevante, sobretudo para empresas que ainda não dispõem de processos internos consolidados.</p>
<p>A medição e a qualidade das métricas ESG tornam-se, assim, elementos críticos. Indicadores como emissões de gases com efeito de estufa, consumo energético, políticas de diversidade, práticas laborais, estrutura de governação e mecanismos de controlo interno devem ser recolhidos de forma consistente, documentada e auditável. A ausência de dados fiáveis compromete não só o cumprimento regulatório, mas também a credibilidade da empresa junto dos seus stakeholders.</p>
<p>Outro aspeto relevante introduzido pela CSRD é a integração do reporte ESG nos relatórios de gestão, reforçando a ligação entre sustentabilidade e desempenho económico-financeiro. A informação passa a estar sujeita a verificação externa, o que aumenta a necessidade de rigor, rastreabilidade e alinhamento entre estratégia, operações e reporte.</p>
<p>Neste contexto, a tecnologia assume um papel determinante. Ferramentas digitais permitem centralizar dados, automatizar recolhas, garantir coerência entre indicadores e facilitar o acompanhamento contínuo do desempenho ESG. Sem este suporte, o cumprimento dos requisitos da CSRD tende a tornar-se um processo oneroso, fragmentado e suscetível a erros.</p>
<blockquote>
<p>A BWTC responde a estes desafios através da plataforma ESG BUSINESS, uma solução tecnológica concebida para apoiar as empresas na recolha, análise e monitorização de métricas ESG. A plataforma permite estruturar indicadores alinhados com os standards europeus, acompanhar a evolução do desempenho e apoiar o processo de reporte de forma mais eficiente e transparente.</p>
</blockquote>
<p>Num contexto de crescente exigência regulatória e escrutínio do mercado, o reporte ESG deixa de ser um exercício meramente formal para se tornar um instrumento estratégico de gestão. Empresas que investem desde já em processos, métricas e tecnologia estarão melhor preparadas para cumprir a CSRD, reduzir riscos regulatórios e reforçar a sua posição junto de investidores, parceiros e clientes.</p>
<p>Fontes:<br />Comissão Europeia – Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD)<br />EFRAG – European Sustainability Reporting Standards (ESRS)</p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Pedir Demonstração</h2><div><p>Quero saber como a ESG Business pode ajudar o meu negócio!</p></div></div>
				
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			</item>
		<item>
		<title>O Mercosul: Contexto, Desafios E Oportunidades Para Empresas</title>
		<link>https://bwtc.pt/o-mercosul-contexto-desafios-e-oportunidades-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 09:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Mercosul atravessa um momento de grande relevância geoestratégica em 2026 com o impulso decisivo dado à assinatura do Acordo de Parceria Abrangente e Comércio com a União Europeia (UE), um processo que encerra mais de 25 anos de negociações e tem potencial para redefinir as relações comerciais entre os dois blocos. Em 9 de [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-medium-font-size">O Mercosul atravessa um momento de grande relevância geoestratégica em 2026 com o impulso decisivo dado à assinatura do Acordo de Parceria Abrangente e Comércio com a União Europeia (UE), um processo que encerra mais de 25 anos de negociações e tem potencial para redefinir as relações comerciais entre os dois blocos.</p>



<p>Em 9 de janeiro de 2026, o Conselho da União Europeia autorizou formalmente a assinatura de dois instrumentos jurídicos: o Acordo de Parceria UE-Mercosul e o Acordo Provisório sobre Comércio. Esses instrumentos têm como objetivo institucionalizar e modernizar as relações econômicas, políticas e de cooperação entre os 27 Estados-membros da UE e os países do <strong>Mercosul — Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai </strong>— estabelecendo um marco estratégico de longo prazo.</p>



<p>O acordo está estruturado em três pilares centrais: diálogo político, cooperação e comércio. Além da liberalização comercial, incorpora compromissos em áreas como desenvolvimento sustentável, meio ambiente, direitos trabalhistas, mobilidade e transformação digital, refletindo uma abordagem mais abrangente das relações econômicas internacionais.</p>



<p>O Acordo Provisório sobre Comércio foi concebido para permitir a aplicação antecipada das disposições comerciais, possibilitando que empresas e investidores comecem a se beneficiar da redução progressiva de tarifas, da ampliação do acesso a mercados e de regras mais claras para o comércio de bens e serviços, enquanto os processos de ratificação seguem em curso.</p>



<p><strong>Quando plenamente em vigor, o acordo deverá constituir uma das maiores zonas de comércio preferencial do mundo, abrangendo mais de 700 milhões de consumidores.</strong> Para as empresas, esse novo ambiente pode significar maior previsibilidade regulatória, integração de cadeias de valor entre Europa e América do Sul e novas oportunidades de investimento e internacionalização.</p>



<p>Apesar do potencial, permanecem desafios relevantes. Existem preocupações quanto a impactos assimétricos em determinados setores, especialmente na agroindústria e em segmentos industriais sensíveis, o que reforça a importância de períodos de transição, mecanismos de salvaguarda e estratégias empresariais bem estruturadas.</p>



<p>Nesse contexto, a leitura estratégica do acordo torna-se essencial. Mais do que um instrumento comercial, o avanço do acordo UE-Mercosul sinaliza uma reconfiguração das relações econômicas globais, em um cenário marcado por tensões geopolíticas, reorganização das cadeias produtivas e fortalecimento de blocos regionais.</p>



<p>Para empresas, investidores e empreendedores com ambições internacionais, esse novo enquadramento exige análise técnica, planejamento e capacidade de execução. </p>



<p><strong>A BWTC, como consultoria especializada em intermediação de negócios internacionais, apoia organizações na identificação de oportunidades, mitigação de riscos e estruturação de estratégias de entrada e expansão em mercados europeus e sul-americanos.</strong></p>



<p>Ao consolidar um espaço econômico ampliado entre dois blocos estratégicos, o acordo UE-Mercosul representa um ponto de inflexão com impactos de médio e longo prazo. A capacidade das empresas de compreender e se posicionar diante desse novo ambiente regulatório será determinante para transformar o potencial do acordo em crescimento sustentável.</p>



<p>Fontes: </p>



<p>Conselho da União Europeia – Comunicado sobre a autorização para assinatura do Acordo UE-Mercosul (9 de janeiro de 2026) </p>



<p>Conselho da União Europeia – EU-Mercosur Agreements Explained</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo Regulamento CBAM Entra em Vigor</title>
		<link>https://bwtc.pt/novo-regulamento-cbam-entra-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 09:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo Regulamento (UE) 2025/2083 entrou em vigor, promovendo a simplificação e o reforço do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM) da União Europeia. O diploma, publicado a 17 de outubro de 2025, visa facilitar a aplicação da taxa de carbono sobre as importações de produtos essenciais como cimento, ferro, aço, alumínio, fertilizantes, hidrogénio e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">O novo Regulamento (UE) 2025/2083 entrou em vigor, promovendo a simplificação e o reforço do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM) da União Europeia. O diploma, publicado a 17 de outubro de 2025, visa facilitar a aplicação da taxa de carbono sobre as importações de produtos essenciais como cimento, ferro, aço, alumínio, fertilizantes, hidrogénio e eletricidade.</p>



<p>A alteração regulamentar, anunciada pelo IAPMEI, introduz uma novidade crucial para as pequenas empresas: <strong>a isenção das obrigações CBAM para as importações que se mantenham abaixo das 50 toneladas anuais por empresa</strong>, aplicável a todos os setores abrangidos, com exceção da eletricidade e do hidrogénio.</p>



<p>Esta medida surge no contexto da Transição ESG (Ambiental, Social e Governança) e procura aperfeiçoar o mecanismo de controlo europeu de emissões, que tem como missão fundamental evitar a &#8220;fuga de carbono&#8221;. O CBAM, que entrou em vigor em 2023, assegura que o preço do carbono aplicado a produtos importados seja equivalente ao dos produtos fabricados na UE, desincentivando assim a transferência de atividades industriais de alta intensidade carbónica para países terceiros com padrões ambientais menos rigorosos.</p>



<p>O novo regulamento introduz, ainda, várias simplificações operacionais, incluindo a autorização de declarantes, o reporte de dados, o cálculo de emissões, as regras de verificação e o cálculo das responsabilidades financeiras das empresas. O diploma prevê também um reforço nas regras antifraude.</p>



<p>Com estas alterações, a União Europeia prepara-se para a <strong>aplicação definitiva do Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço a partir de 1 de janeiro de 2026.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BWTC lança plataforma ESG BUSINESS para apoiar empresas na gestão da sustentabilidade</title>
		<link>https://bwtc.pt/bwtc-lanca-plataforma-esg-business-para-apoiar-empresas-na-gestao-da-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A BWTC anunciou o lançamento da plataforma ESG BUSINESS, uma solução digital desenvolvida para apoiar empresas na avaliação, monitorização e gestão do seu desempenho em critérios ambientais, sociais e de governação (ESG). A nova ferramenta surge num contexto em que as organizações enfrentam uma crescente pressão regulatória, exigências do mercado e maior escrutínio por parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">A BWTC anunciou o lançamento da plataforma <strong>ESG BUSINESS</strong>, uma solução digital desenvolvida para apoiar empresas na avaliação, monitorização e gestão do seu desempenho em critérios ambientais, sociais e de governação (ESG). A nova ferramenta surge num contexto em que as organizações enfrentam uma crescente pressão regulatória, exigências do mercado e maior escrutínio por parte de investidores e stakeholders relativamente às práticas de sustentabilidade.</p>



<p>A ESG BUSINESS foi concebida para ajudar as empresas a <strong>compreender e medir o impacto das suas atividades nos três pilares fundamentais do ESG </strong>— ambiental, social e governança — permitindo estruturar estratégias mais consistentes e orientadas para o desenvolvimento sustentável. Estes critérios são hoje amplamente utilizados para avaliar o desempenho sustentável das organizações e o seu potencial de crescimento a longo prazo.</p>



<p>A <strong>plataforma disponibiliza um conjunto de funcionalidades</strong> que permitem recolher, analisar e consolidar dados relevantes sobre sustentabilidade empresarial. Com base nesses indicadores, as empresas podem identificar o seu ponto de partida em matéria de ESG, acompanhar a evolução dos seus resultados e desenvolver planos de ação alinhados com objetivos estratégicos e requisitos regulatórios.</p>



<p>Totalmente digital e adaptável a diferentes setores de atividade, a solução foi concebida para facilitar a tomada de decisão e melhorar a transparência na comunicação de desempenho ESG junto de investidores, parceiros e entidades reguladoras. Ao estruturar e sistematizar a informação sobre sustentabilidade, a plataforma contribui para reduzir a complexidade associada à implementação e reporte de práticas ESG nas organizações.</p>



<p>Com o lançamento da ESG BUSINESS, a BWTC reforça a sua aposta no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que apoiam as empresas na integração de critérios de sustentabilidade na sua estratégia e operação. Num cenário empresarial cada vez mais exigente, a capacidade de medir e gerir o impacto ambiental, social e de governação tornou-se um fator decisivo para a competitividade e credibilidade das organizações no mercado.</p>



<p>O projeto foi financiado pelo <strong>Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)</strong>, no âmbito da medida <strong>10/C16-i02/2022 – Vouchers para Startups – Novos produtos verdes e digitais</strong>, que apoia o desenvolvimento de soluções inovadoras com foco na transição digital e ambiental.</p>



<p>Saiba mais sobre a plataforma <strong>ESG BUSINESS</strong> e descubra como a sua empresa pode avaliar e melhorar o seu desempenho em critérios ESG: <strong><a href="https://bwtc.pt/esg-business/">https://bwtc.pt/esg-business/</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ESG como fator de competitividade e acesso a mercado</title>
		<link>https://bwtc.pt/esg-como-fator-de-competitividade-e-acesso-a-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 09:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>A integração dos critérios ESG — Environmental, Social and Governance — deixou de ser apenas uma questão de responsabilidade corporativa para se tornar um fator direto de competitividade empresarial. Num contexto económico marcado por maior escrutínio regulatório, exigência dos investidores e transformação dos modelos de negócio, o desempenho ESG influencia de forma crescente a capacidade das empresas acederem a mercados, financiamento e parcerias estratégicas.</h4>
<p>Cada vez mais, grandes grupos empresariais, instituições financeiras e entidades públicas exigem evidências concretas de práticas sustentáveis ao longo das cadeias de valor. Para muitas empresas, especialmente PME, o alinhamento com critérios ESG passou a ser uma condição para integrar cadeias de fornecimento internacionais, participar em concursos públicos ou estabelecer relações comerciais com organizações de maior dimensão.</p>
<p>No plano ambiental, a pressão para reduzir emissões, melhorar a eficiência energética e gerir recursos de forma responsável intensificou-se. A transição climática, impulsionada por políticas públicas e compromissos internacionais, está a redefinir setores inteiros e a criar novas exigências de reporte e monitorização. Empresas que antecipam estas mudanças tendem a reduzir riscos futuros e a posicionar-se de forma mais sólida perante clientes e reguladores.</p>
<p>A dimensão social do ESG assume igualmente um peso crescente na avaliação das organizações. Práticas relacionadas com condições de trabalho, segurança, diversidade, inclusão e impacto social passaram a ser indicadores relevantes de estabilidade e reputação. Num mercado cada vez mais competitivo por talento, empresas com políticas sociais estruturadas reforçam a sua atratividade e capacidade de retenção.</p>
<p>A governança, por sua vez, é determinante para a confiança dos stakeholders. Estruturas de gestão transparentes, processos de tomada de decisão claros e mecanismos eficazes de controlo e gestão de riscos contribuem para a credibilidade das empresas e para a sua sustentabilidade a longo prazo.</p>
<p>Apesar da crescente importância do ESG, muitas empresas enfrentam dificuldades na operacionalização destes critérios. A falta de dados estruturados, métricas comparáveis e ferramentas adequadas dificulta a avaliação do desempenho e a definição de estratégias consistentes. O desafio não está apenas em adotar boas práticas, mas em medi-las, acompanhá-las e comunicá-las de forma credível.</p>
<p>Neste contexto, a tecnologia desempenha um papel central. Soluções digitais permitem recolher, analisar e consolidar informação ESG, apoiando decisões de gestão e facilitando o reporte a investidores, parceiros e entidades reguladoras. A utilização de plataformas tecnológicas reduz a complexidade do processo e aumenta a fiabilidade da informação produzida.</p>
<blockquote>
<p>A BWTC responde a este desafio através da plataforma ESG BUSINESS, uma ferramenta tecnológica concebida para apoiar as empresas na avaliação e gestão do seu desempenho ESG. A plataforma permite mapear o ponto de partida de cada organização, acompanhar a evolução dos indicadores e estruturar planos de ação alinhados com objetivos de sustentabilidade e competitividade.</p>
</blockquote>
<p>Num ambiente económico em rápida transformação, o ESG afirma-se como um elemento estratégico para a criação de valor. Empresas que integram estes critérios de forma estruturada e suportada por tecnologia estarão melhor preparadas para responder às exigências do mercado, reforçar a sua posição competitiva e assegurar crescimento sustentável no médio e longo prazo.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Pedir Demonstração</h2><div><p>Quero saber como a ESG Business pode ajudar o meu negócio!</p></div></div>
				
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Portugal alcança número recorde de empresas exportadoras</title>
		<link>https://bwtc.pt/portugal-alcanca-numero-recorde-de-empresas-exportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 09:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal ultrapassou pela primeira vez a marca das 41 mil empresas exportadoras, um marco histórico que reflete o dinamismo e a crescente vocação internacional da economia portuguesa. Segundo o mais recente estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, divulgado pela Informa D&#38;B, o número de empresas que operam nos mercados internacionais tem aumentado de forma sustentada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Portugal ultrapassou pela primeira vez a marca das 41 mil empresas exportadoras, um marco histórico que reflete o dinamismo e a crescente vocação internacional da economia portuguesa. Segundo o mais recente estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, divulgado pela Informa D&amp;B, o número de empresas que operam nos mercados internacionais tem aumentado de forma sustentada há mais de uma década — com mais de 5 mil novas exportadoras surgidas entre 2020 e 2023.</p>



<p>A análise destaca a <strong>região Norte como principal motor das exportações nacionais</strong>, responsável por cerca de 35% do valor total exportado e onde 42% das empresas já têm atividade exportadora. A Grande Lisboa, por sua vez, também apresenta crescimento significativo: 32% das empresas da região exportam, após um aumento de 1,8 pontos percentuais desde 2019.</p>



<p>Outro dado relevante é o <strong>impacto da dimensão empresarial</strong> na capacidade de exportação. Entre as microempresas — que representam 94% do tecido empresarial — apenas 9% estão presentes no comércio internacional. Já entre as grandes empresas, que representam apenas 0,3% do total, 56% exportam, sendo responsáveis por <strong>58% do valor total das exportações nacionais</strong>.</p>



<p>Os setores com maior concentração de exportadoras continuam sendo as indústrias, os serviços empresariais e o comércio grossista, que juntos agregam 56% das empresas com atividade externa. Contudo, o setor de <strong>Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)</strong> segue em destaque, com o maior crescimento proporcional de exportadoras, agora representando 12% do total.</p>



<p>Apesar de uma retração nas exportações de bens em 2023 — que ainda correspondem a 72% do total exportado — os serviços mantiveram trajetória de crescimento. De fato, a maioria das empresas exportadoras (56%) tem o seu negócio centrado na <strong>venda de serviços para o exterior</strong>.</p>



<p>Essa evolução reflete-se no peso crescente das exportações na economia: em 2023, as vendas ao exterior corresponderam a cerca de <strong>50% do Produto Interno Bruto (PIB) português</strong>, praticamente o dobro do verificado duas décadas antes.</p>



<p>O cenário traçado pelo estudo evidencia a transformação estrutural da economia portuguesa e o papel central das exportações no fortalecimento da competitividade nacional.</p>



<p class="has-medium-font-size"><br><strong>Quer levar sua empresa mais longe?</strong><br>Na BWTC, oferecemos serviços especializados para apoiar a internacionalização de negócios — desde a análise de mercados externos até à criação de estratégias comerciais eficazes e sustentáveis. Fale com a nossa equipa e descubra como podemos ajudar a sua empresa a exportar com confiança e segurança.</p>
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		<item>
		<title>Portugal sobe no Green Transition Index 2024: Tecnologias sustentáveis impulsionam o progresso</title>
		<link>https://bwtc.pt/portugal-sobe-no-green-transition-index-2024-tecnologias-sustentaveis-impulsionam-o-progresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bwtc.pt/?p=832</guid>

					<description><![CDATA[Portugal deu um passo importante rumo a uma economia mais verde. Segundo o Green Transition Index 2024, elaborado pela consultoria internacional Oliver Wyman, o país subiu três posições no ranking e ocupa agora o 15.º lugar entre os 29 países europeus avaliados. Publicado em fevereiro de 2025, o índice mede o progresso dos países europeus [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Portugal deu um passo importante rumo a uma economia mais verde. Segundo o <em>Green Transition Index 2024</em>, elaborado pela consultoria internacional Oliver Wyman, o país subiu três posições no ranking e ocupa agora o 15.º lugar entre os 29 países europeus avaliados.</p>



<p class="has-medium-font-size">Publicado em fevereiro de 2025, o índice mede o progresso dos países europeus em sete áreas fundamentais para a transição ecológica: Economia, Natureza, Indústria, Energia, Transportes, Edifícios e Resíduos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Destaque para os edifícios sustentáveis e a eficiência energética</h3>



<p>Um dos principais destaques do relatório é o desempenho de Portugal na categoria de Edifícios, onde o país ocupa uma posição de liderança, resultado da adoção de energias renováveis para aquecimento doméstico e da melhoria da eficiência energética nas construções.</p>



<p>Na categoria de Economia, Portugal aparece em 13.º lugar, impulsionado por uma significativa redução nas emissões de gases de efeito estufa, ocupando o 6.º lugar nesse indicador específico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inovação tecnológica como motor da transição verde</h3>



<p>Entre as principais tecnologias verdes apontadas como responsáveis por esse avanço, o relatório destaca:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Hidrogênio verde</strong>: Portugal vem investindo em projetos-piloto para a produção de hidrogênio a partir de fontes renováveis, com o objetivo de se tornar um exportador relevante para o mercado europeu.</li>



<li><strong>Energia solar e eólica avançada</strong>: O país tem aumentado sua capacidade instalada de energias renováveis, com destaque para os parques solares no Alentejo e projetos eólicos offshore em desenvolvimento.</li>



<li><strong>Bioenergia</strong>: Tecnologias baseadas em biomassa e biogás estão ganhando relevância e contribuindo para a descarbonização de processos industriais.</li>



<li><strong>Eficiência energética em edifícios</strong>: A reabilitação urbana com critérios sustentáveis tem gerado reduções significativas no consumo energético em imóveis públicos e privados.</li>
</ul>



<p>Apesar desses avanços, o relatório aponta como ponto crítico a ausência de iniciativas relacionadas à captura e armazenamento de carbono (CCS). Metade dos países avaliados já implementaram projetos nessa área, o que indica uma oportunidade de melhoria para Portugal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desafios persistem nas áreas de resíduos e transportes</h3>



<p>Apesar do progresso em várias frentes, Portugal enfrenta desafios significativos nas categorias de Resíduos e Transportes.</p>



<p>Na gestão de resíduos, o país ocupa a 28.ª posição devido ao elevado volume enviado para aterros sanitários. No setor de transportes, aparece em 19.º lugar, reflexo da baixa penetração de veículos de baixas emissões e da limitada utilização do transporte público.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Oportunidades para empresas e instituições</h3>



<p>O desempenho de Portugal no <em>Green Transition Index 2024</em> revela um cenário promissor para o investimento em tecnologias sustentáveis. Empresas, centros de pesquisa e instituições públicas têm diante de si uma oportunidade concreta de liderar a adoção de soluções inovadoras, que não só aumentam a competitividade como também contribuem para acelerar a transição ecológica do país.</p>



<p class="has-medium-font-size">Na BWTC, acreditamos que a tecnologia é um vetor estratégico para a transformação sustentável. Seguimos comprometidos em desenvolver soluções que apoiem a transição energética e digital de nossos parceiros, impulsionando a inovação em todos os setores da economia.</p>



<p>O relatório completo está disponível no site da Oliver Wyman: https://www.oliverwyman.com/our-expertise/insights/green-transition-index/green-transition-index-2024-ranking.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novos Incentivos para Grandes Projetos Empresariais em Portugal: Conheça a Oportunidade</title>
		<link>https://bwtc.pt/novos-incentivos-para-grandes-projetos-empresariais-em-portugal-conheca-a-oportunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 10:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bwtc.pt/?p=825</guid>

					<description><![CDATA[Empresas que planejam realizar investimentos de grande porte em Portugal têm agora uma nova oportunidade de apoio público através do Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva, no âmbito do Regime Contratual de Investimento. A iniciativa busca impulsionar projetos inovadores com forte impacto na economia nacional. Incentivos voltados para investimentos estruturantes e estratégicos O objetivo deste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Empresas que planejam realizar investimentos de grande porte em Portugal têm agora uma nova oportunidade de apoio público através do <strong>Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva</strong>, no âmbito do <strong>Regime Contratual de Investimento</strong>. A iniciativa busca impulsionar projetos inovadores com forte impacto na economia nacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Incentivos voltados para investimentos estruturantes e estratégicos</h3>



<p>O objetivo deste sistema é apoiar <strong>operações de investimento produtivo em atividades inovadoras</strong>, promovidas por empresas que contribuam para o desenvolvimento, diversificação e internacionalização da economia portuguesa.</p>



<p>As operações precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Interesse especial</strong>: projetos com custo total elegível igual ou superior a <strong>25 milhões de euros</strong>, com impacto significativo para o desenvolvimento económico do país ou de setores estratégicos.</li>



<li><strong>Interesse estratégico</strong>: projetos com custo total elegível a partir de <strong>15 milhões de euros</strong>, reconhecidos, de forma excepcional, por despacho conjunto de membros do Governo, mediante avaliação prévia da <strong>AICEP</strong>.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Condições específicas para o reconhecimento de interesse estratégico</h3>



<p>Projetos que busquem esse enquadramento devem atender, no mínimo, <strong>duas das seguintes condições</strong>:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Geração de <strong>50 postos de trabalho</strong> ou <strong>20 postos de trabalho qualificados</strong> no ano cruzeiro;</li>



<li>Alcançar <strong>intensidade exportadora igual ou superior a 80%</strong>;</li>



<li>Ter <strong>impacto do investimento igual ou superior a 50%</strong>, comparando a despesa elegível com o ativo fixo líquido anterior ao projeto.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Quem pode se candidatar?</h3>



<p>O regime está aberto a <strong>empresas de qualquer natureza jurídica</strong> com capacidade de realizar investimentos em larga escala.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prazos e duração</h3>



<p>O prazo para submissão de candidaturas vai até o dia <strong>30 de dezembro de 2025</strong>, às <strong>17h (horário de Portugal)</strong>. Os projetos devem ter uma duração máxima de <strong>24 meses</strong>, salvo exceções devidamente justificadas.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">BWTC apoia sua estratégia de expansão em Portugal</h3>



<p>Na <strong>BWTC</strong>, acompanhamos de perto os instrumentos de apoio público e as melhores oportunidades de financiamento para empresas que desejam expandir suas operações para o mercado europeu.</p>



<p>Se a sua empresa está estruturando um <strong>projeto de investimento com alto potencial de inovação e impacto</strong>, fale conosco. Nossa equipe está preparada para ajudar na <strong>identificação de oportunidades</strong>, no <strong>desenho da candidatura</strong> e na <strong>articulação com entidades locais</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Oportunidades de Financiamento para Investimento em Portugal</title>
		<link>https://bwtc.pt/oportunidades-de-financiamento-para-investimento-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 10:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bwtc.pt/?p=813</guid>

					<description><![CDATA[Portugal disponibiliza, em 2025, um ecossistema diversificado de instrumentos de financiamento que abrangem desde fundos públicos e incentivos fiscais, até apoios para startups, capital de risco e business angels. Estes mecanismos estão orientados para o crescimento económico sustentável, a inovação e a internacionalização das empresas. Neste artigo, reunimos as principais oportunidades disponíveis para quem pretende [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portugal disponibiliza, em 2025, um ecossistema diversificado de <strong>instrumentos de financiamento</strong> que abrangem desde <strong>fundos públicos e incentivos fiscais</strong>, até <strong>apoios para startups, capital de risco e business angels</strong>. Estes mecanismos estão orientados para o crescimento económico sustentável, a inovação e a internacionalização das empresas.</p>



<p>Neste artigo, reunimos as principais oportunidades disponíveis para quem pretende investir ou expandir a sua atividade em território nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fundos Europeus: Portugal 2030</strong></h2>



<p>O <strong>Portugal 2030</strong> é o principal quadro de financiamento europeu para Portugal até 2027, com mais de <strong>23 mil milhões de euros</strong> destinados ao apoio à economia, inovação, transição energética e coesão territorial.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Principais Linhas de Apoio:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>SICE &#8211; Inovação Produtiva</strong> <strong>e Empreendedorismo</strong>: financiamento para criação de novas unidades, modernização ou digitalização.</li>



<li><strong>Descarbonização e Economia Circular</strong>: apoio a projetos que promovam a sustentabilidade.</li>



<li><strong>Internacionalização das PME</strong>: ajuda às empresas que pretendam expandir para mercados externos.</li>
</ul>



<p>Através de <strong>avisos de concurso</strong> ao longo do ano, as empresas podem aceder a comparticipações a fundo perdido que variam entre <strong>30% e 70%</strong>, consoante o tipo de projeto e região.</p>



<p>🔗 <a class="" href="https://portugal2030.pt" target="_blank" rel="noopener">Mais informações em: www.portugal2030.pt</a></p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Horizonte Europa</strong></h2>



<p>O Horizonte Europa é o 9º Programa-Quadro Europeu de Investigação e Inovação que vigorará entre 2021-2027. A dotação global é de <strong>94 mil milhões de euros</strong> e apoia quer projetos de consórcios europeus (realizados por entidades de múltiplos países) quer projetos individuais.</p>



<p>O Conselho Europeu da Inovação, formalmente lançado em 18 de março de 2021, é uma das principais novidades do Horizonte Europa, e dispõe de um orçamento de mais de 10 mil milhões de euros para o período 2021-2027. Combina a investigação sobre tecnologias emergentes, um programa acelerador (EIC Accelerator) e um fundo de capitais próprios específico &#8211; o Fundo EIC (com cerca de 3 mil milhões de euros de orçamento), para promover a expansão das empresas em fase de arranque e das pequenas e médias empresas (PME) inovadoras.</p>



<p><strong>Linhas de apoio </strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apoio a projetos de investigação fundamental</li>



<li>Financiamento de bolsas e intercâmbios para investigadores</li>



<li>Apoio a trabalho em rede e desenvolvimento de infraestruturas de investigação</li>



<li>Apoio a investigação e inovação relacionadas com questões sociais</li>



<li>Apoio à criação de novos mercados e às PMEs inovadoras</li>



<li>Apoio a atividades que atraem talentos e promovem a sua circulação</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Banco Português de Fomento</strong></h2>



<p>O <strong>Banco Português de Fomento (BPF)</strong> opera como o principal intermediário financeiro nacional, disponibilizando:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Linhas de crédito com garantia mútua</strong> para PME e MidCaps;</li>



<li><strong>InvestEU</strong>, que alavanca mais de <strong>3,6 mil milhões de euros</strong> em investimentos sustentáveis, inovação, digitalização e impacto social;</li>



<li><strong>Instrumentos híbridos de financiamento</strong>, como quase-capital e empréstimos subordinados.</li>
</ul>



<p>🔗 <a class="" href="https://www.bpfomento.pt" target="_blank" rel="noopener">Mais informações em: www.bpfomento.pt</a></p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Incentivos Fiscais: SIFIDE, RFAI e IFICI</strong></h2>



<p>Além dos apoios financeiros, Portugal oferece mecanismos fiscais altamente atrativos para investidores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>SIFIDE (Sistema de Incentivos Fiscais à I&amp;D)</strong>: dedução à coleta de IRC de despesas com investigação e desenvolvimento;</li>



<li><strong>RFAI (Regime Fiscal de Apoio ao Investimento)</strong>: isenções fiscais aplicáveis a investimentos produtivos;</li>



<li><strong>IFICI (Incentivo Fiscal à Investigação Científica e Inovação)</strong>: lançado em 2024, com benefícios para profissionais e empresas que apostem em inovação e talento qualificado.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Capital de Risco e Business Angels (BA)</strong></h2>



<p>Para projetos com forte ambição de crescimento ou inovação disruptiva, o <strong>Capital de Risco</strong> e os <strong>Business Angels (BA)</strong> são formas de financiamento baseadas em investimento de capital próprio.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Capital de Risco</strong>: fundos que investem em empresas com potencial de crescimento, tipicamente em fases de arranque, expansão ou reestruturação, com envolvimento ativo na gestão estratégica.</li>



<li><strong>Business Angels</strong>: investidores individuais que apostam nas fases iniciais de startups, geralmente com valores mais reduzidos mas com elevado apoio estratégico e de networking.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Portugal oferece atualmente um <strong>cenário robusto e competitivo de financiamento</strong> para empresas e empreendedores em todas as fases do ciclo de vida dos seus projetos. Da captação de talento à internacionalização, passando pela inovação tecnológica e transição energética, os instrumentos disponíveis podem ser combinados para alavancar uma estratégia de crescimento sólida e sustentável.</p>



<p>Se está a planear investir em Portugal, aproveite este contexto favorável — e conte com orientação técnica especializada para estruturar candidaturas de sucesso e identificar as melhores oportunidades.</p>



<p></p>



<p><strong>Precisa de apoio para estruturar o seu projeto de investimento?</strong><br>Fale com a nossa equipa — ajudamos a transformar ideias em negócios e oportunidades em crescimento sustentável.</p>
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